segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Natal Chegando!

Tudo já se arruma para o Natal. Natal de celebração de amizades e laços de família, sobretudo do nascimento de Jesus. Tudo ao redor parece nos convidar a entrar no clima, e como não perceber a chegada do Natal? 

Questão diversa é sentir a chegada do Natal. Para alguns é momento de extrema alegria, momentos de celebração, integração e convivência familiar. Para outros é momento de tristeza, sobretudo pela ausência do espírito natalino em suas vidas, mas nunca em seus corações. 

O problema da questão, parece, reside em que esperamos estímulos exteriores para que nossa felicidade aconteça. Isso em tudo, na vida cotidiana como um todo. E seguimos agindo passivamente esperando que a felicidade nos advenha por intermédio daqueles afetos que nos rodeiam.

Por que criar expectativas? E seguem-se as frustrações.

Busquemos a alegria dentro de nós. A celebração, sobretudo da alma. Esqueçamos as formas. Sim, elas são um plus, mas, quantas e quantas vezes já não nos sentimos sós em meio à uma multidão? Quantas vezes já não nos sentimos sós em meio aos nossos amigos e até mesmo no seio familiar?

Portanto, a alegria é um estado da alma. Não há que ser buscada aqui ou ali. Para nos sentirmos felizes precisamos buscar dentro de nós o que nos estimula ao bem estar espiritual, a nos sentirmos felizes, ou, ao menos, estarmos em paz conosco mesmos. 

Estar em paz nos traz felicidade. Simplicidade nos trás felicidade. Muitas vezes não temos o que acreditamos nos fizesse felizes, mas tenho aprendido que podemos ser felizes com o que temos e até mesmo criar a nossa felicidade. Portanto, meus queridos,  nada (!!) de melancolia neste final de ano.
Muita Paz.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Minha força interior

                 Tenho tanta força em mim que às vezes me comparo a uma fortaleza, momentos em que esqueço que sou um ser humano. Então chega a adversidade para me lembrar. Vem o vendaval das desilusões com sua tormenta e a correnteza me leva, me leva... tantas vezes eu lutei para não afogar, tentando me agarrar em algo, mas isso não impediu que ela me levasse, porque esse algo era uma ilusão. Mas só hoje eu me apercebo disso! 
              Ahhh, como estou cansada... desta vez eu não vou lutar. Leva-me correnteza gélida e cruel, para onde quiseres, eu não vou lutar... e na hora em que eu estiver próxima à margem e alguém me estender a mão para de ti me retirar, será porque tu consentiste.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O trem da vida

Embarquei no trem da vida para a Grande Trajetória, segundo as minhas necessidades. Por longos anos senti saudade de onde eu vim. Nem sempre divido o vagão com pessoas que me são caras e, nas várias estações, nem sempre quem desceu foi escolha minha.
Alguma autonomia me foi dada, e eu posso escolher quem desce e controlar quem sobe em algumas estações, mas somente em algumas ocasiões.
Poucas vezes quis muito a permanência de alguém, mas os nossos destinos não eram convergentes. Muitas vezes questionei algumas presenças, cuja permanência, hoje entendo, é um imperativo de crescimento e aperfeiçoamento.
E assim fui seguindo e aprendendo (custei a perceber) que não tenho todo o controle sobre quem sobe e quem desce do meu vagão, mas que eu posso impor alguns limites.  
A Grande Viagem ainda não terminou. Acima de minha cabeça reside o sentido de tudo isso, ao qual eu me submeto com fé e esperança, e pelo qual tudo, ou quase tudo, provavelmente se resume a uma só palavra: perdão. Um Feliz 2012!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Domingo

Estou cansada, porém não me sinto só. Muitas vezes sinto que a luta é em vão, mas sei que devo perseverar. Peço, humildemente, a sua ajuda. Peço aos céus você aqui comigo. Rogo pela possibilidade de prosperar. Preserva-me do orgulho, da tola vaidade e de todo sentimento contrário à caridade. Sei que sou ouvida, mas o ser humano é  carente e frágil...

terça-feira, 27 de abril de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Como se encontra a felicidade?

A felicidade não é deste mundo, já nos ensinou o maior dos profetas. Mas o que ele quis dizer com isso? Que estamos fadados a viver eternamente infelizes?

Não! Apenas que a felicidade não é deste mundo!!

E em que mundo a encontraremos, então? Ora, se Jesus nos ensinou que a felicidade não é deste mundo, forçoso é admitir que existem outros mundos! Ouçam quem tem ouvidos de ouvir!

Para aqueles que enxergam esta vida a ser vivida como única oportunidade de sermos felizes, cujo termo final se dá com a morte, é hora de ampliar os horizontes abrindo o leque de percepção às palavras do Messias.

A felicidade é um estado de espírito e, por mais que busquemos esse equilíbrio interior, constantemente somos assolados por tribulações que nos impedem manter essa sensação de conforto por muito tempo.

Já reparou como os momentos de alegria nunca se perpetuam? Mas o bom de tudo isso é que os de infelicidade também não! Que refrigério!

Tudo isso acontece para que, em provando o maravilhoso sabor da alegria, possa o Homem almejá-la como conquista permanente.

A felicidade não acontecerá com a morte, como querem alguns. Afinal, qual o propósito de esperar a morte para só então sermos felizes? Por que não sermos felizes em vida? Por que Deus faria isso?

Tudo na obra de Deus tem um propósito justo. Deus é Pai misericordioso que ama infinitamente os seus filhos. Então, as respostas para quando, onde e o por que de tudo isso encontrei na doutrina Kardecista, razão por que jamais poderia deixar de compartilhar essa grande e feliz descoberta, apontando o caminho que um dia me foi apontado, uma vez que dela extraio tanto entendimento, força e consolação.

Fiquemos em paz.

domingo, 3 de janeiro de 2010

PEC 231/95 – NECESSIDADE OU ILUSÃO?

Após 14 anos em tramitação no Congresso Nacional, a proposta de emenda constitucional de n. 231 de 1995 deverá finalmente ser apreciada pelas duas Casas.

O projeto, de iniciativa do então presidente da CUT e hoje deputado federal pelo PT/SP, Vicentinho, propõe a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, além do aumento do valor da hora-extra para 75% do valor da hora normal. O fundamento é a expectativa da criação de mais vagas de emprego. Estima-se, também, o desestímulo ao uso habitual das horas extras, pelos empregadores.

Há pelo menos cerca de 30 PECs em tramitação no Congresso, que versam sobre a mesma matéria. A PEC 231/95 foi encolhida entre tantas outras por se enquadrar mais adequadamente ao texto Constitucional vigente.

A CRFB/88 consagrou a jornada de 44 horas semanais aos trabalhadores celetistas, bem como o acréscimo de 50% nas horas extras trabalhadas.

Em que pese as controvérsias de cunho capitalista, o Estado Democrático de Direito, na sua trajetória ascendente da tutela dos direitos fundamentais, aponta para que os representantes do povo atuem em plena sintonia com os anseios da sociedade. E não poderia ser diferente. Não se pode pretender engessar os direitos de segunda geração ou qualquer um deles, mas sim perseverar na busca da plena correspondência entre o legislador e as evoluções sociais.

O desenvolvimento tecnológico, do sistema de informações e a globalização aquecem o mercado capitalista, conferindo celeridade às relações comerciais, avolumando sobremaneira a realização de novos negócios, o que pode ser traduzido na ampliação do leque de encargos e responsabilidades atribuídas à classe trabalhadora no exercício de sua atividade laboral.

A despeito do fundamento inibitório da PEC 231/95, agigantadas as possibilidades comerciais, não se deve supor que não se possa estabelecer uma compensação também à classe trabalhadora, que carrega nas costas o impacto dessa revolução. Seria incompreensível acreditar que se pretenda conferir forma estática aos direitos fundamentais.

Portanto, não há que se falar em utopia quando a questão abrange conquistas no âmbito social. Longe de cessar, as lutas por melhores condições de trabalho devem continuar, e as conquistas idem.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Verdade seja dita


Nos contos de fada, a mocinha encontra um sapo que vira príncipe. Na vida real, a mocinha encontra um príncipe que vira sapo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Mensagem para nossas vidas


Como não poderia deixar de ser, a despeito das tantas obrigações que nos regem no dia-a-dia e que me afastaram um pouco (ou bastante) do blog, jamais poderia deixar de postar uma mensagem de final de ano.


Primeiro, uma recomendação: recomendo a todos que acreditem em seus sonhos, e trabalhem por conquistá-los. Lutem, se preciso for, pois somente assim eles se tornarão realidade. E, quando isso acontecer, não parem de sonhar. Busquem e saibam encontrar dentro de si a força motivadora que nos impulsiona para aquilo que queremos. Se você acredita, não desista nunca! Mas não cesse de trabalhar.


Então, minha mensagem é de motivação. Eu desejo sim, felicidade. Mas ela não vai bater à nossa porta, isso é exceção!


Por isso, meus queridos, desejo àqueles que buscam ser feliz e também àqueles que buscam por mais um motivo de alegria, a força e perseverança necessárias para alcançar esse fim, tantas vezes quantas forem necessárias após o fechamento de cada ciclo.


Que a luz divina emanada dos céus nesta data comemorativa do nascimento de Jesus nos banhe a todos, inspirando o caminho a quem tem dúvida, fortalecendo quem tem a certeza, ajudando-nos a construir a nossa felicidade.


Feliz Natal, com fé.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Presídio Aníbal Bruno

Um passeio inusitado assinalou o amanhecer daquele dia. Destino: Presídio Professor Aníbal Bruno - PE. Oito horas da manhã. De primeiro a constatação, ainda da via principal, de que a arquitetura em nada induz ao que ali se esconde. Não fosse pela aglomeração de mulheres junto ao portão, a edificação até passaria despercebida. Um muro tímido e monocromático esconde o que há por detrás. Nos arredores, assentamentos espontâneos em nada intuem a que ali se estendem os reflexos da criminalidade.

O professor nos aguardava na calçada, de onde logo começou a sua digressão. Um carro apinhado de homens saía para mais uma rotina de julgamentos nos fóruns. O professor os desejou boa sorte e assinalou: "- Vão com Deus!", ao que eles lhe pareceram gratos. Fechadas as portas, sem iluminação natural ou ventilação direta, ali se foram.

Fomos recepcionados pelo diretor do presídio, que com entusiasmo nos narra todas as transformações estruturais que implantou em sua administração, melhorando, sobremaneira, o dia-a-dia dentro da penitenciária. Por trás de sua mesa, uma grande foto aérea nos revela a imensidão das instalações, com galpões dispostos lado a lado assemelhando-se a uma estrutura fabril.

Depois de quarenta minutos de explanações, somos enfim conduzidos ao interior do presídio. "- Um, dois, três...". O professor nos conta, um a um, na entrada e saída dos pavilhões, como um pastor a conferir o seu rebanho.

No pavilhão "L", em meio a detentos de fisionomias simpáticas e rostos sorridentes, até se esquece os motivos que os levaram para ali. Fomos conduzidos a dividir a cela por alguns instantes com os apenados. Fotografias foram tiradas, como que num passeio turístico. No ar, o cheiro do feijão que fervia mereceu reiterados elogios.

Chegamos ao pavilhão "J", palco das famosas rebeliões divulgadas pela mídia, onde criminosos de alta periculosidade trancafiados se apinham praticamente uns sobre os outros. Ali não havia celas abertas. As fisionomias de perturbação, desconfiança e inquietação aguçaram o instinto de defesa. O organismo entrou em alerta. Difícil seria trocar alguma palavra com quem quer que fosse; pior ainda, olhar no olho. Dividem o mesmo e insuficiente espaço: televisores, jogos eletrônicos, roupas penduradas em varais improvisados, ventiladores, colchões e, principalmente, pessoas; muitas pessoas. Nas paredes, a escrita em letras garrafais: "Pavilhão J de Jesus".

Fala-se muito em Jesus dentro do presídio. Frases surpreendentes se ouvem ali. "- Sou um homem honesto", disse um homicida que via na honestidade um motivo de orgulho, como se não fosse um dever. Quanto ao homicídio, dentro de seu entendimento egoístico, provavelmente suas razões encontram-se plenamente justificadas.

Isso me remeteu por alguns instantes ao interior da sala de aula, quando outro professor mostrou-se desconfortável na ocasião e que alguém fez apologia ao "código penal de Datena" dizendo: "- Bandido bom é bandido morto!", e reagiu apelando aos nossos sentimentos humanísticos, enfatizando que os apenados são pessoas que possuem valores e dão muito valor às suas famílias.

Saber valorar a família é um caso a se pensar. É necessário insuflar nos detentos a consciência da necessidade da expansão desse sentimento à família universal; a sociedade é uma soma de famílias que igualmente merecem respeito. Não há recuperação possível para a família vitimada pela perda de um ente querido. A perda da liberdade, conquanto provisória, vez que o nosso ordenamento jurídico repugna as penas de caráter perpétuo, se contrapõe à pena da dor eterna daqueles que foram surpreendidos com a sentença de morte em seus lares, cujos membros foram submetidos a um tribunal de exceção, sem o direito à ampla defesa e ao contraditório, ou mesmo a um último desejo: o de se despedir.

Mudar as condições de habitabilidade e rotina dentro dos presídios é necessário, mas por si só não são suficientes. Necessário trabalhar a forma de pensar dos detentos, pois até a crença em Jesus se dá de forma peculiar, unilateral. A individualização da ação divina chega a extremos. Jesus os ajudará a atravessar seus vales de misérias e, ao retornar ao convívio em sociedade, provavelmente os ajudará a sair vitoriosos de seus empreendimentos ilícitos.

Fala-se em melhoria das instalações e condições de convivência, higiene, alimentação. Fala-se em ressocialização através do trabalho. Mas faz-se necessário, também, a mudança das condições internas à alma. Despertar nessas pessoas a consciência de cidadania e de respeito ao próximo.

Não se pode olvidar que os criminosos são vítimas das falhas estruturais de uma sociedade que já começou errada. Essas lacunas não se preencherão da noite para o dia, embora muito já se tenha avançado. A deficiência na construção da consciência coletiva de princípios importantes para manter uma sociedade coesa e convergente em regras e valores trás, em efeito dominó, consequências nefastas para a sociedade como um todo.

Neste sentido, pode-se visualizar o sistema penitenciário também como vítima do mesmo sistema esfacelado, na medida em que se vê compelido a buscar suprir uma deficiência que se inicia na formação moral e cívica do indivíduo e que cabe às famílias e às escolas, e mais ainda a estas, quando se trata de famílias desestruturadas.

Com grata satisfação tomamos conhecimento de todos os progressos que vem sendo realizados no Presídio Aníbal Bruno, afinal, é do interesse geral que o mecanismo funcione. Mas queremos mais. Não queremos ex-presidiários nas ruas com toda a carga pejorativa que o termo carrega, queremos mentes restauradas, pessoas verdadeiramente aptas a atravessar a faixa de pedestres lado a lado conosco sem a iminência de nos fazer mal. Queremos andar tranquilos e efetivamente acreditar que criminosos podem ser transformados e reintegrados não só no mercado de trabalho, mas também no convívio pacífico com a comunidade.

Dez e meia da manhã, na padaria do presídio alguns detentos nos prepararam um lanche. Entre coxinhas, pães doces e sonhos com coca-cola, a estudante de Direito cede espaço à cidadã nas suas divagações por um mundo seguro e fraterno.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Uma noite no arraiá da capitá

Eu vô contar procês uma história, e essa história, meus amigos, essa história é verídica. Começou de tardinha. O sol tava se pondo láaaa na linha do horizonte...

Tinha bandeirinha e fogueira, era dia de festejo
Vestido de saia rodada, fitinhas no cabelo
Pintinhas nas bochechas e um povo festeiro

No forró da "capitá", numa noite no "arraiá "
São Pedro segurou a chuva pra quadrilha se "formá"
"alavantu, anarriê", coisa estranha ocorria
a noiva paquerava o padre, e o noivo não sabia

Mas o padre tava disputado
A rainha do milho já havia lançado

Um olhar arrebatador
e num é que o padre se "encantô"?!
E Santo Antônio ainda "abençoô" aquele casório esquisito
Ainda bem que era de mentirinha...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Novamente Kimberly

Os dias correm, vejo-te crescer, o lúdico a perecer. Estendes-me o véu da tua inocente sabedoria, mas agora com outras magias, com outras poesias. Preocupas-me, Kimberly. Preocupas-me.

sábado, 30 de maio de 2009

Os dias

O sol nascia, o sol se punha. O que fiz dos dias? Para onde foi toda aquela magia? Não sei se a perdi ou se a sequestraram de mim... estaria ela preservada, esperando o seu resgate? Não sei exatamente em que momento escapulistes de mim. No lugar o vazio, a saudade, o sonho do reencontro comigo mesma. Onde ficaste, pura magia? Em que dia? Diz-me! Em que dia? Eu regressaria e te resgataria. Diz-me o que eu preciso fazer para que voltes a embalar os meus dias!
O sol nasce, o sol se põe. Busco-te, dia após dia... Será que um dia? Será que um dia?

domingo, 24 de maio de 2009

Dizem

Dizem que sou anjo, sou menina, sou mulher
Acho que sou feiticeira e me travisto de mulher
Dizem que sou... O que pareço a você?
O que pareço, tento ser
A verdade, na verdade, é que sou igual a você
Explosiva, irritadiça, precisando amadurecer
O meu encanto, que desencanto, é desejo de ser
E se na forma aparento ser
Estendo a você
O desejo que a mim desejo de crescer.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Segredos

Relendo postagens antigas do blog, percebi que ele está cheio de segredos. Segredos implícitos que dizem respeito exclusivamente à minha pessoa. Não sei até que ponto se mantém instigante guardar um segredo. Um segredo quando fica velho perde a razão de ser ou perde um pouco da importância originária que o transformara num segredo. Isso significa que deveriam ser revelados? Depende do segredo. Um segredo não compartilhado é unicamente um segredo não compartilhado. Mas um segredo compartilhado deixa de ser segredo, por mais que você peça segredo. Se você não for capaz de guardar o seu próprio segredo, como exigir que alguém o faça?

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Susan Boyle

Recentemente, a jovem senhora saída do vilarejo de West Lothian, Susan Boyle, foi a protagonista de uma grande surpresa mundial. O motivo? Havia algo dentro dela incrivelmente belo que num primeiro momento não se podia aperceber, que contrastava com algo de fora nem tão belo e sobre o qual fora construído, precocemente, um juízo de valor: a sua aparência. E por ser considerada feia, Susan caiu na rede daninha do preconceito, que previamente a condenava ao fracasso. Todavia, ao iniciar a sua performance, Susan Boyle tornou-se incrivelmente bela aos olhos de todos, e o que antes era rejeição transformou-se em admiração.

A fábula do Patinho Feio nos alerta, já nas primeiras lições de vida, sobre a discriminação das diferenças. O patinho mais diferente da ninhada sofreu a rejeição dos demais da sua comunidade por ser diferente, ele era feio. Mas ele cresceu e tornou-se um belo cisne, admirado por todos. Naquele dia, foi a vez de Susan Boyle, através do seu talento, tornar-se cisne.

De nada valerá a lição proporcionada por essa circunstância da vida, se dela não tirarmos a reflexão necessária em proveito próprio e da sociedade em que vivemos.


O PATINHO FEIO
(Hans Andersen)

Era uma vez uma jovem pata, que estava chocando sua primeira ninhada. Passado algum tempo, nasceram lindos patinhos, e a mamãe pata ficou muito orgulhosa de seus filhotes. Mas havia um ovo, o maior de todos, que não havia quebrado. Resolveu chocá-lo por mais alguns dias. Quando o ovo se partiu, saiu dele um patinho muito grande e desengonçado, e todos os animais da fazenda passaram a zombar dele. Os outros animais o maltratavam porque ele era muito feio, e por isso o patinho vivia sempre muito triste. Os seus irmãos não brincavam com ele porque o achavam esquisito. O patinho, muito magoado, decidiu ir embora da fazenda, e saiu caminhando mata afora, sem rumo. Um dia, cheio de saudades, decidiu voltar, e foi recebido com grande surpresa e entusiasmo. Sem entender o que estava acontecendo, resolveu se distrair um pouco, nadando no velho conhecido lago. Ele estufou o peito e nadou, esquecendo de toda a sua tristeza. Logo que entrou, começou a ouvir sussurros de admiração: "- Oh, que lindo!" Até que avistou três cisnes e ficou admirado com tamanha beleza. Pensou em se esconder de vergonha, mas eles o chamaram para brincar. O patinho adorou aquela cortesia e foi nadar com seus novos amigos. De repente, o patinho olhou para sua imagem refletida no lago e compreendeu que os elogios que escutara eram para ele. Na verdade ele sempre fora um cisne, e agora era o mais lindo de todos!

domingo, 3 de maio de 2009

Nunca estaremos sós

Meu pensamento me remete a Ti, meu coração me enleva a Ti, minha vida clama por Ti, tua misericórdia Te traz até mim. Neste momento de introspecção, em que o mergulho é na emoção, não há o que falar, senão da tua mão que se estende e acalenta o coração aflito sob a tormenta. Mar revolto que se agita dentro do peito, parece maior que a capacidade de suportar, mas a fé ajuda a atravessar.

Nós nunca estaremos sós.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Utopia

"Ela está no horizonte, aproximo-me dois passos e ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve, então, a utopia? Serve para isso, para fazer caminhar."
(EDUARDO GALENO)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Estações mentais

Que sorte que nada em nossos corações é absoluto e imutável! Diferentemente das estações da natureza, das quais não temos domínio, posto que seguem leis absolutas e imutáveis, as estações mentais são passíveis de serem vivenciadas ou contornadas mediante o autoconhecimento e entendimento de vida. Nem sempre estaremos felizes, mas podemos tirar o melhor proveito de cada momento lançando mão de certo esforço individual. Somos capazes de reagir.

Se sua estação emocional de agora é o verão, curta cada momento, irradie sua energia e contagie. Estenda generosamente sua alegria aos que lhe cercam, você vai precisar contar com essa mesma energia revigoradora vinda de alguém uma hora qualquer.

Se sua estação emocional de agora é o outono e você é assolado por aquele sentimento de perda ou vazio, aproveite para arrumar o armário, dê fim a tudo que é velho e só ocupa espaço. Seja no armário ou no coração, o tempo é de renovação.

Mas, se sua estação atual é o inverno, o momento é de introspecção, nada de ficar reclamando da vida, para cada problema uma solução. Busque-a, dentro de você.

No momento em que tudo floresce em nossa esfera íntima, é chegada a primavera em nossos corações. Todos ficamos mais bonitos nessa ocasião. Que bom seria se pudéssemos perpetuar essa sensação de rejuvenescimento dentro de nós.

Seja no verão, no outono, no inverno ou na primavera, não importa a estação, a verdade é que nem sempre aprenderemos através do amor. Busquemos então tirar o melhor proveito de cada lição, pois a vida é uma escola , só não aprende quem não quer.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

A luz invisível

Há dias em que nada me agrada, tudo incomoda, a vontade parece estar suspensa e viro refém do mau humor. Há dias em que até os amigos importunam, mesmo os melhores intencionados, e a paciência se transforma num exercício de peso.

Nesses dias eu faço uma oração. Que acalento ao coração! Olho pro céu e rezo ao Senhor de todas as boas obras. Então, como mágica, subitamente uma luz me envolve. Uma luz invisível de efeitos balsâmicos e energia regeneradora que tudo pode para o bem.

Hoje eu não pretendia deixar nada a você quando comecei essa narrativa, iniciada após a oração. Mas fui envolta pela luz invizível. Ela está aqui, agora...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Estudando Arquitetura

... Então me pediam coisas as quais eu nunca havia pensado. “- Represente, em dois volumes, o positivo e o negativo”, disse-me o professor enquanto eu manuseava uma porção de barro umedecido. Será que ele se contentaria com sinais matemáticos de soma e subtração? Não! Aquilo não era um curso de ciências exatas e, se fosse, por que cargas d’água eu estaria manuseando um monte de argila umedecida?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

24 Visitantes on line. Thanks a lot!








O Quintal

Era uma vez um quintal. Não um quintal qualquer. Um quintal especial. Havia nele uma grande árvore, um abacateiro. Seus galhos frondosos ensombravam o palco de divertidas brincadeiras infantis e seus frutos adocicavam a refeição matinal. A aceroleira da vizinha também queria compartilhar da inocência juvenil e, debruçada sobre o muro, a tudo presenciava, presenteando-nos com suas acerolas generosamente derramadas no quintal. O sol banhava com seus raios a diversão grupal e um céu incrivelmente azul a tudo testemunhava! Gritos e sorrisos de crianças eram ouvidos naquele quintal, palco das conversas infantis, das ilusões mais pueris, das brincadeiras que nos deixavam felizes.

Três décadas se passaram, o quintal pareceu-me incrivelmente menor. O abacateiro continua a dar o que de melhor tem de si. A vizinha não é mais a mesma; pobre aceroleira... o que fizeram de ti?
As crianças cresceram. Mas aquele quintal, que por muito tempo foi palco de inúmeras brincadeiras, agora, tornou-se palco de inúmeras recordações.

Nada perece. Tudo continua a existir, tal qual antes, em nossas recordações.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

No comando

Interessante de como a vida é dinâmica, de como realmente nós somos verdadeiramente os escritores da nossa biografia, do quanto nós mesmos somos responsáveis pelo nosso futuro, que pode ser o hoje que colhemos do que fizemos do ontem. Poder avaliar como nos preparamos para esse futuro que chegou e como estamos nos preparando hoje para o futuro que virá é uma dádiva divina que nos permite prosperar. Li certa vez que um barco no cais está sempre em segurança, mas ele não foi feito para ficar lá. É isso! A vida é feita de desafios, de que adianta viver e não navegar? A vida torna-se mais emocionante se você sente que está no comando. Sim, sentir-se no comando de sua própria vida é no mínimo instigante, é o que faz da vida algo especial. Para cada fim, um novo recomeço, sempre é hora de acertar. Esse recomeço pode ser a cada dia, por que não? E porque eu quero acertar, e porque a vida é uma eterna reciclagem, eu não tenho medo de mudar! São poucas as decisões que tomamos na vida que nos trazem conseqüências definitivas, como ter um filho, por exemplo. Viver não é tão complicado assim. Não estou dizendo que seja fácil, mas muito do que problematizamos encontra-se apenas dentro da nossa cabeça.
Enfim, somente você tem a chave da sua vida, ninguém poderá fazer por você o que só você pode fazer. Se está bom, ótimo! Mas se algo te incomoda, descomplique, mude e, por que não, recomece! :)))

domingo, 1 de junho de 2008

EU QUERO FALAR!

Eu quero falar sobre a vida, sobre o calor do sol que aquece no frio e agita no calor; sobre o azul do céu que alimenta sonhos e fantasias aos olhares que a ele se voltam alegres, enternecidos, tristes, rebeldes, vigorosos, preguiçosos, sonhadores; quero falar do barulho da chuva, que provoca aquela preguiça de sair de casa e vontade de assistir filme juntinho; quero falar daquele cheiro delicioso de terra molhada depois da chuva; quero falar sobre o verde das folhas das árvores que fora transformado em símbolo de esperança pelos homens; quero falar sobre o movimento e agitação do mar, que perfuma a brisa fresca que acaricia a pele e desalinha os cabelos; quero falar sobre a água salgada e morninha das praias dos trópicos e sobre a força da correnteza dos rios a tudo renovar; quero falar sobre a luz das estrelas, que pinça o céu transportando corações apaixonados e curiosos; quero falar sobre os pássaros que, como as flores o fazem na terra, embelezam a imensidão celestial... os homens não podem condená-los a uma existência sem voar. Ah, os homens, desses eu não poderia falar sem entristecer...e termino não falando de nada.

domingo, 18 de maio de 2008

O irracional no racional


Cedo aprendemos que o que nos diferencia dos outros animais é a nossa capacidade de raciocinar. “O homem é um ser dotado de razão”. Tá bem, mas vale ressaltar que essa razão não veio distribuída de forma igualitária para todos. Alguns vieram desprovidos do senso crítico da razão, tendendo a acreditar em tudo o que lhes é dito, sem questionamentos, principalmente se a informação emanar de alguma autoridade. E aquela verdade que nem é minha e nem é sua torna-se uma verdade absoluta. Não parecem se preocupar com a fundamentação da teoria, se se coaduna com sua forma de ver e encarar a realidade ou não. Apenas aceitam, sem maiores questionamentos. Um exemplo expressivo é o que acontece com algumas religiões. Dia desses fui obrigada a ouvir de um amigo um sonoro “isso é coisa do diabo!”, quando depois de dez anos de amizade falamos em religião pela primeira vez, e ele, evangélico, descobriu que sou espírita. Até pensei que seria posta para fora do carro na volta do cinema, quando o assunto surgiu. Mas até que ele foi bem corajoso e se manteve firme e sereno ao lado da representante do demo na Terra. Não foram poucas as oportunidades em que nos encontramos depois disso e em que ele me alfinetou. Ora, ora, ora, onde está a caridade ensinada por sua crença? Será que ela se limita à prestação pecuniária “voluntária” que você dá em troca da remissão dos seus pecados? Como alguém com nível superior pode acreditar que o céu comercializa benefícios espirituais? Ou seria mais fácil acreditar nisso, e não na necessidade da reforma moral?! As pessoas têm preguiça de pensar.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Aloha!


Faz alguns dias que eu não apareço por aqui, hein! Oh vida corrida, mas não estou reclamando não!
Quando iniciei este blog, pensava em escrever para mim mesma, e assim foi nas primeiras postagens. Até que uma amiga me disse: “Você precisa fazer com que os leitores entendam o que você quer dizer”. Foi quando eu me dei conta de que recebia visitas e de que talvez essas pessoas poderiam se interessar pelo que está escrito. E assim foi que passei a considerar os visitantes. Depois de espionar vários blogs, entendi que cada um tem sua identidade própria e que o melhor caminho é sermos nós mesmos. Não há como agradar a todos. Haverá os que se identificarão e os que não. E decidi, por fim, que não mudaria a natureza do VAGALUME que é, desde sua origem, uma extensão de mim mesma, como dito nas boas-vindas.
O marcador aponta que o blog mantém um ritmo constante de visitantes que NÃO DEIXAM RECADOS :(((, mas o que importa é que a média de visitas se mantém firme. Se não aumenta, pelo menos não diminui.
Enfim, legitimada pelo conteúdo da apresentação do blog, aqui vou permanecer colocando todas as minhas abobrinhas Sem pudores! He, he...

domingo, 13 de abril de 2008


Recebo com flores meus 8 visitantes on line. :)))

População / Povo / Cidadão


Hoje amanheceu chovendo em Recife. Não importa, com chuva ou sem chuva, tenho de estudar. Quem disse que concurseiro tem direito a viver? Estudar é preciso. Olha só mais essa:

Na linguagem popular costuma-se usar as expressões população, povo e cidadão como sinônimas, mas juridicamente falando, há diferenças entre elas. Vejam só...população é conceito mais abrangente, engloba todos os residentes no país, é um conceito meramente demográfico; já povo é considerado o conjunto de cidadãos; cidadãos são os portadores de titularidade para exercer os direitos políticos de votar e ser votado. Só que os atributos da cidadania são adquiridos gradativamente, como, por exemplo, a idade mínima para votar. Assim, um garoto de dezesseis anos que tirou o título de eleitor é cidadão, o que não tirou, não. Somente quem tem a nacionalidade brasileira pode ser cidadão.

Eu particularmente acho que a democracia é o melhor regime de governo. Afinal, nada como ser livre. O danado é que o povo brasileiro ainda não está preparado para exercer sua soberania. Num país onde a maioria da população é analfabeta funcional, a democracia termina ficando comprometida, e sem cultura política o povo é facilmente manipulável.

O estudo é bem interessante e aprofunda-se, mas como esse não é um blog jurídico, vou ficando por aqui. Perguntas, é só deixar. Bjocas

sábado, 12 de abril de 2008

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Éramos três


Era uma vez, três amigas inseparáveis. Todas unidas pela profissão em comum, mas pouco satisfeitas com suas vidas profissionais. Isso não era o fim do mundo, e elas iam levando. Sempre unidas, de tudo compartilhavam. Até que com o tempo as insatisfações começaram a pesar e decidiram traçar novos planos, partindo para novas conquistas. Com cada uma tomando seu rumo, os assuntos em comum foram ficando cada vez mais escassos e aos poucos a união foi perdendo sua identidade. E assim foi que a própria vida, que um dia as uniu, encarregou-se de separá-las.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Momentos...

De saudades eu morria, por isso decidi reviver uma ocasião de minha vida... olhando para trás, escolhi a lembrança mais feliz, a saudade mais gostosa, o sonho lúdico que se transformara em realidade. Poucos anos depois, tentei reviver aqueles dias mágicos. Mas a vida me ensinou que momentos não se reproduzem em sua total fidelidade, mesmo que com as mesmas pessoas e no mesmo lugar. Aprendi que circunstâncias e pessoas mudam.....nem EU era mais a mesma! Somente depois entendi que se tratava de utopia. Foi erro meu. Quanto tenho ainda por aprender... Curitiba, muita saudade de você. Obrigada, Deus, por aqueles dias de pura magia.

sexta-feira, 28 de março de 2008

domingo, 23 de março de 2008

Troca-se espirros por chocolate

Comer chocolate só interessa de muito. Por isso toda as vezes em que eu contrariei as orientações do meu alergologista considero que não passaram de meras contravenções. Crime mesmo eu cometi nesta páscoa. Como um adulto pode se encantar dessa forma com um docinho embrulhado num envelope prateado? Era tanto deslumbramento que me senti como o garoto Charlie em A Fantástica Fábrica de Chocolate. “Parabéns! Você é o sortudo ganhador deste cupom dourado”! Quem se lembra desse filme? Mas tem que ser o original!!!!

Willy Wonka é o meu médico, pode crer. Ele impõe uma série de restrições ao meu acesso à guloseima.

- Afaste-se dos chocolates.
- Esse tratamento não tem fim?

Talvez a minha cobiça se deva ao fato de eu ser taxativamente proibida de comê-los. Dizem que o que é proibido é mais gostoso. Bem, com relação aos chocolates posso dizer que sim... E quanto à minha rinite alérgica, estou pagando o saldo negativo, mas valeu à pena, afinal, foram momentos de puro prazer.... ATCHIIIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN

(Willy Wonka e os anões)
Título original: Charlie and the Chocolate Factory

Acesse: http://www.wonka.com


quinta-feira, 20 de março de 2008

Era uma casa









Era uma casa tão engraçada
Não tinha teto, não tinha nada

Ninguém podia entrar nela não
Porque na casa não tinha chão

Ninguém podia deitar na rede
Porque na casa não tinha parede

Ninguém podia fazer xixi
Porque pinico não tinha ali

Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero.

Dia desses ouvi uma psicóloga dizendo que toda historinha infantil traz uma mensagem implícita. Seriam as músicas também elaboradas com essa qualidade? Se assim for, o que teria imaginado o autor da música que conta a estória de uma casa sem função? A casa objeto dos poemas acima, ao contrário do que se possa imaginar, não é inexistente, uma vez que ela existiu na imaginação de quem a criou.

“Era uma casa tão engraçada, não tinha teto, não tinha nada” – seria um sonho que começou a ser construído, mas que não se completou?

“Mas era feita com muito esmero” – representaria a intensidade de um desejo?

“Na rua dos bobos” – significaria que tudo o que não depende só da gente foge do nosso controle?
“Número zero” – seria o sonho aniquilado sem esperanças de refazimento? Seria o desgosto do lar desfeito?

Quem sabe alguém brincando com as palavras quis apenas e tão somente criar uma estória engraçada...

segunda-feira, 17 de março de 2008

Escolhas


Sim, a vida é feita de escolhas e eu estou fazendo as minhas. Em decorrência disso surge o o bicho papão que bem ou mal temos de administrar: o tempo. Quem acompanha o blog já deve ter percebido que costumo postar dia sim, dia não. Mas o fato é que a vida tem andado mais corrida, o tempo parecer ter perdido a elasticidade, e o resultado de tudo isso é que eu tenho encontrado dificuldade para me dedicar a este brinquedinho que eu adoro. Justo agora em que o número de visitantes está aumentando.. :(((
Mas a mudança é necessária e eu estou feliz. Talvez as postagens passem a se dar em intervalos de tempo maiores, mas prometo me esforçar para buscar brechas e manter o ritmo.

sábado, 15 de março de 2008

Vamos pintar?


To sem idéia para postar, então hoje vou ensinar como multiplicar as cores. Para começar, você precisa das cores primárias, assim chamadas porque não podem ser decompostas em outras cores, mas a partir delas você consegue as demais. São três:

1. azul
2. amarelo
3. vermelho

Pegue as tintas e os pincéis para pintar os painéis! Porém as cores, primeiro vamos misturar:

· vermelho + amarelo = laranja
· azul + rosa = lilás
· azul + verde = marrom
· azul + vermelho = roxo
· azul + amarelo = verde
· verde + amarelo = oliva

Para conseguir mais cores, você ainda pode usar:

1. branca (reunião de todas as cores)
2. preta (ausência de cores)

Para formar:
· cinza = branco + preto
· rosa = branco + vermelho
· violeta = azul + rosa
:)))))

sexta-feira, 14 de março de 2008


Recebo com flores os meus 15 visitantes on line. Muito obrigada!

quarta-feira, 12 de março de 2008

O príncipe que virou sapo


Não venha me dizer que você é o meu destino, que é o meu caminho e que permita acontecer.

Não venha me dizer para esquecer o passado relevando o motivo de tudo não mais ser.

Não venha me dizer que merecemos uma chance, que a saudade é grande. Eu não quero mais você.

Eu não sou o seu presente, não sou o seu futuro. Pertenço ao seu passado. Difícil entender?

segunda-feira, 10 de março de 2008

Se você

Se você quiser chegar, eu estou a lhe esperar.
Se você quiser me amar, descobri que já o amo.
Se você quiser aprender, eu quero lhe ensinar.
Se você quiser sorrir, eu vou amar.
Se você quiser chorar, eu vou lhe consolar.
Se você duvidar, eu lhe esclarecerei.
Se você se fragilizar, eu lhe fortalecerei.
Se você crescer, eu quero compartilhar.
E se você me perder, eu o deixarei preparado.

domingo, 9 de março de 2008

Quem tem medo do lobo mal???


Aaaahhhh.......fala sério, existe lobo mal mais fofinho que esse? Não resisti e resolvi colocá-lo no blog. Será que ele está na espreita esperando Chapeuzinho Vermelho? Mas...com essa carinha ninguém vai correr de você lobinho! :)))

sábado, 8 de março de 2008

O que falta em sua vida?


Estamos sempre buscando algo mais, e isso é bom. Os objetivos movimentam nossas vidas e nossos ânimos. Querer melhorar e para isso buscar os meios lícitos apoiando-se sempre numa conduta digna de conquista é algo positivo. Até aqui nada de novo, pois a ânsia por progredir faz parte da natureza humana sendo comum a todos os homens.

Saindo do lugar comum das necessidades materiais, costumo dizer que o que falta em minha vida é fundo musical. Por quê? A música reproduz o nosso estado de espírito, potencializando-o ou modificando-o. É capaz de nos transportar a mundos elevados, onde permanecemos por tempo determinado, o tempo em que a música durar. Mundos relativamente explorados, que não nos cabe desbravar, de onde somos obrigados a retornar à realidade material tão logo a música acabe. Esses mundos não nos pertence, é transporte da alma, mundo de enlevação do espírito. Esses mundos sem palavras não são capazes de resolver os nossos problemas, mas de modificar os nossos ânimos. Emocionam, enlevam, alegram, entristecem, acalmam, agitam.

Ponha sua música preferida, feche os olhos e viaje. Viaje de encontro a esse mundo de sonhos.

E você, o que falta em sua vida?

quinta-feira, 6 de março de 2008

Perdoai


“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

Você está pronto para perdoar os seus ofensores?

A palavra “ofensores” na oração dominical, ensinada por Jesus, deve ser entendida em seu sentido amplo, alcançando aquele que nos nega um ombro amigo, aquele que nos magoa, aquele que nos encoleriza, aquele que nos gera pequenos incômodos dia a dia, etc.

Muitos de nós não estamos preparados para perdoar. Mas como pedir o perdão de Deus para as nossas ofensas, sendo incapazes de perdoar as ofensas provocadas pelo nosso semelhante? É essa a lição de indulgência que Jesus deixou nessa mensagem.

Somos capazes de perdoar, o que nos falta na maioria das vezes é o ânimo para isso. Temos a razão. Falta-nos a reforma moral, o exercício íntimo, a revisão dos nossos valores, a quebra do orgulho e do egoísmo. Não é fácil, mas é isso o que Ele quer de nós.

O tempo passa e os acontecimentos vão perdendo o seu peso. Mas o contato permanece e as relações conflituosas precisam ser modificadas por uma questão de inteligência até. Ocorre que muitos se ajoelham para pedir, mas poucos são capazes de dar. Muitos elevam o seu pensamento a Deus, mas poucos são os que elevam o seu coração.

terça-feira, 4 de março de 2008

Faxina mental


Depois de algumas horas despejando minhas paranóias em cima dele:

- Clau, você já se deu conta de como está tudo dentro da nossa cabeça?

domingo, 2 de março de 2008

Juiz incompetente


No consciente coletivo a palavra incompetência está diretamente ligada à insuficiência de habilidade técnica ou conhecimento específico que alguém demonstra para tratar de determinado assunto de maneira satisfatória.

No bom “juridiquês”, no entanto, a palavra incompetência ganha outro sentido. Recorrendo ao dicionário jurídico: “significa precipuamente a faculdade que a lei concede a funcionário, juiz ou tribunal, para decidir determinadas questões”.

No Brasil, país de dimensões continentais, para que o Estado exerça a jurisdição, ou seja, para que o Estado aplique o direito, a jurisdição é distribuída em vários órgãos jurisdicionais, os quais recebem responsabilidades específicas em relação à matéria (assunto) e à territorialidade (localização geográfica). A essa distribuição dá-se o nome de competência.

Assim, no meio jurídico, quando você ouvir alguém chamando um juiz de incompetente, na verdade esse alguém não está xingando o juiz, mas tão somente referindo-se ao fato de que ele não é portador de legitimidade para decidir sobre aquele caso. Se o fizer, em regra, sua sentença será nula.

Na acepção popular do termo, não há juízes incompetentes. Esses camaradas estudaram MUITO para chegar lá. :)